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Intercessão

Olhe para o Seu Irmão do Lado...


Dizem muitos pastores que a verdadeira igreja é aquela que realiza missões, ou a grande comissão que Jesus determinou no final do livro de Mateus (28:18-20). Igreja missionária é aquela que, no mínimo, estimula seus membros a serem aqueles que levam a Palavra de Deus por onde forem (o real sentido do "ide" de Jesus no Evangelho) ou ora para que outros possam ir e fazer a obra em lugares por vezes inóspitos, ou nos quais ainda não foi iniciado um trabalho verdadeiro de evangelismo.

Pois bem, se a verdadeira força de uma igreja é se engajar na obra missionária, ela deve cumprir também o que o próprio Jesus, antes de subir aos céus glorificado, determinou no início de Atos: que os discípulos levassem a Palavra à Judéia, à Samaria e aos confins da terra, como testemunhas do próprio Senhor. Acontece que, por uma certa "teologia da pressa", muitas igrejas não olham para o que possivelmente está bem perto delas, e por isso acham melhor investir primeiro nos confins da terra (leia-se Janela 10-40), para depois - se sobrar tempo e recursos - na Samaria e quiçá na Judéia... e isso é exatamente o que ocorre, por exemplo, face às organizações militares.

Na cidade em que eu moro, já existiu um trabalho missionário em algumas das organizações militares lá instaladas. Hoje em dia, entretanto, pouco ou nada tem sido feito: por vezes, ocorre uma "mudança de visão"; em outras, o trabalho acaba mingüando por falta de apoio, recursos ou de tempo. A igreja evangélica mais próxima de uma das maiores organizações militares brasileiras, nessa cidade, não tem a "visão" de tratar espiritualmente dos militares que lá trabalham, distantes de suas famílias, sacrificando suas vidas em prol da comunidade.

Não, aqui não se fará apelo algum. Nenhum levantar de mãos. Apenas colacionam-se fatos cuja observância é indispensável. As igrejas precisam olhar para os irmãos das organizações militares. Precisam ver neles pessoas cujo potencial evangelístico é imenso. Precisam curar as feridas - especialmente as emocionais, por saudade da família e dos amigos, ajudar, acolher, dar do próprio tempo - especialmente em finais de semana, para que eles possam se descontrair um pouco, convidar para um almoço depois da Escola Dominical, ajudar na organização de cultos - como a Páscoa dos Militares, integrar.

Ninguém vai tratar de ovelha alheia. Todos são da seara do Senhor. Há muitos lá que nunca ouviram falar do verdadeiro Jesus, e por isso conhecem apenas um ídolo de barro, com aparência moribunda. Tampouco o temor por causa do passado deve realmente ser posto de lado, eis que há, sim, preconceito quanto ao modo de vida militar, o que infelizmente tem contribuído para sufocar possíveis carreiras promissoras, que muito honrariam nosso Senhor dentro das Forças Armadas, e criado estigmas separatistas de convívio, alienando toda uma classe que diuturnamente trabalha em prol do povo brasileiro.

Oremos por um envolvimento maior das igrejas locais nas organizações militares das redondezas, e para que elas de fato acolham seus militares. Há muito a se fazer. Pensemos mais na Judéia. Acaso Deus levará a sério quem pensa apenas na Janela 10/40?





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