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Provisão

Remindo o Tempo nas Reuniões


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O significado da palavra "economia", se tomado do grego, é a "regulamentação da casa", ou administrá-la do modo mais racional e coerente possível. Assim deve ser com a vida diária, mesmo baseando-se na recomendação de Paulo, "remindo o tempo, pois os dias são maus". Assim também pensamos ser o caso das reuniões evangélicas na unidade militar, sobretudo com o QTS apertado, a escala, e os demais afazeres do dia-a-dia.

Há aqueles que se questionam acerca do que pode ser abordado, em tão curto espaço de tempo. Como é possível fazer a reunião e aproveitar seu tempo integralmente, com tantas missões e obrigações a fazer? O que comunicar? Devo dar prioridade a uns assuntos, em detrimento de outros?

Tais questionamentos são, de fato, relevantes, sobretudo quando se quer fazer uma obra boa, que repercutirá em bons frutos. Trazemos, então, uma sugestão de como dividir esse tempo, tão curto e precioso, para que a reunião renda o máximo e todos saiam, efetivamente, edificados. A nosso ver, a reunião de 60 minutos deve ter:

  • Oração: 10 minutos
  • Louvor: 10 minutos
  • Palavra: 15 minutos
  • Testemunhos/Debates: 15 minutos
  • Avisos / Ágape: 10 minutos

Explicamos.

1. Oração

Damos destaque à oração, em primeiro lugar. Não como um momento de dedicação ao Senhor, somente; o grupo precisa de intercessão, oração uns pelos outros, individual e pelos pedidos em comum (Comando da unidade, cadeia de comando, demais autoridades, o Brasil, o serviço, os subordinados etc.).

A oração deve ser a mola motriz das reuniões: tanto servem para impulsionar a coesão do grupo, como principalmente levar os anseios e necessidades de cada participante à presença de Deus. Testemunho para os visitantes, também convidados a participar; necessidade para quem já é membro.

Cada um precisa se sentir parte do corpo, ter um "porto seguro", mesmo em meio a tantas atividades. Os participantes podem orar a sós, em duplas, em trios, coletivamente, cada qual levantando os pedidos que julgarem necessários. Não recomendamos uma palavra introdutória à oração, para não tomar tempo destinado à finalidade específica de orar. Os pedidos podem ser falados no momento, ou consolidados numa relação, afixados num CELOTEX e atualizados periodicamente, pela diretoria do grupo.

2. Louvor

Evidentemente se o centro da reunião é Jesus Cristo, ele é digno do nosso louvor e adoração. Em dez minutos, acreditamos que é possível serem entoados de três a quatro cânticos, o que entendermos ser suficiente também para um momento curto de reunião. O ideal é que os instrumentistas já venham com os cânticos ensaiados, e que as letras sejam projetadas ou distribuídas entre os participantes. A variação de músicas cantadas também é importante. Em pouco tempo disponível, não há muito espaço para improviso. Cânticos que enfatizem como é bom estar em comunhão, além de exaltarem o poder de Deus, e agradecê-lo por diversos motivos, são recomendados.

3. Palavra

Quinze minutos é o que pensamos ser o suficiente para uma clara exposição da Palavra de Deus. Dá-se um tempo a mais, justamente pelo fato de a Palavra ser o recado de Deus para as nossas vidas, resposta de orações, dentre outros motivos. Não entendemos ser necessário que a explanação do preletor seja demasiado longa, por algumas razões: como já recomendamos em outra oportunidade, é bom que o pregador seja militar e, de preferência, envolvido com o grupo no dia-a-dia (se for convidado, ele precisa compreender a limitação de tempo, e se ater ao relógio), e a mais importante das razões: aquilo que temos a transmitir pode ser passado de modo suficiente, sem elucubrações. Talvez numa reunião específica de estudo bíblico, num trabalho de discipulado, tais explanações mais longas sejam muito bem vindas. Um texto que, após discernimento vindo da parte de Deus, venha a suprir as necessidades dos irmãos militares que adentram à reunião por vários motivos, cumpre bem seu papel para o momento.

4. Testemunhos / Debates

Como a reunião de um grupo evangélico militar é algo aberto, participativo, cabem sim explanações e comentários acerca do tema apresentado pela pregação da Palavra de Deus. Os testemunhos de bênçãos nas vidas dos irmãos precisam ser compartilhados, visto que isso se torna parte importante na edificação da fé do corpo. Por vezes, os debates agem como um elucidativo sobre pontos não muito claros na exposição anterior, ou para reforço de conceitos. Usado com prudência, pode ser um bom momento de compartilhar testemunhos importantes da ação divina, em situação e contexto semelhante com o companheiro do lado. Não recomendamos que seja uma "segunda pregação", para não fugir ao foco já trazido pelo pregador anterior.

5. Avisos / Ágape

A parte dita "administrativa" do grupo evangélico também precisa ser efetivada, pois o grupo age, edifica, precisa demonstrar transparência, comunicar o seu dinamismo e pedir auxílio para outros irmãos que desejam se engajar. Recomendamos que seja feito ao final, e de maneira rápida, pois com a proximidade do horário do fim, a atenção fica prejudicada e, conseqüentemente, os avisos serão recebidos de modo enfadonho e sem a devida importância. Por fim, um momento rápido de confraternização, para um abraço, algum comentário, torna-se bem vindo como veículo de união, fraternidade entre os membros. Um pretexto para a permanência pode ser conseguido com algum catanho: biscoitos, café, suco, tudo bem simples, pois o tempo corre, e todos têm o restante do expediente a cumprir.

Outras considerações sobre a duração da reunião podem ser feitas, ainda. Há certamente os que criticarão nossa posição, por argumentarem, por exemplo, que estaríamos, com nossa proposta, "interferindo" na ação do Espírito Santo, no momento da reunião, e tudo tem que fluir da forma como ele quer. Respondemos: sim, o Espírito Santo ...


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» Comentários até agora: 1.

Em 06/04/2010, às 16:20, Emerson, de Santo Andre, ponderou:
Achei muito legal...muito interessante...
Queria q por gentileza vccs passassem esse texto no email...Deus abençoe

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