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Nossos Capelães

A Paz de Cristo na Missão de Paz ao Haiti


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Restabelecer a paz em áreas de conflito e intervenção mínima. Essas são as duas principais finalidades das missões de paz, levadas adiante pelo Exército do nosso País. Segundo informações da página do Exército Brasileiro, trata-se de uma contribuição do Brasil aos organismos internacionais de paz, tais como, especialmente, a Organização das Nações Unidas (ONU).

Ao todo, o Exército Brasileiro tem sido responsável pela condução de, atualmente, quatro missões internacionais: UNMISET (Timor Leste), UNFICYP (Chipre), MARMINCA (América Central) e, a mais recente, de ampla divulgação na mídia, a MINUSTAH, com base no Haiti. Essa missão, comandada pelo Excelentíssimo Senhor General-de-Divisão Augusto Heleno Ribeiro Pereira, ex-Comandante do Centro de Comunicação Social do Exército (CComSEx), conta com 1.200 militares das mais diversas regiões do Brasil.

Face ao grande contingente, e às responsabilidades de condução dos trabalhos e de fortalecimento do moral da tropa, ficaria a parte espiritual de lado? Não, se depender do Sr. Capitão Capelão Pr. Ivan Xavier. Natural de Macaé (RJ), casado com a Sra. Talita Ferreira Xavier e tendo três filhos, o Sr. Capelão tem por Organização Militar (OM) em solo brasileiro o Quartel-General do Comando Militar do Oeste (CMO), na bela Campo Grande (MS). Lá ele desempenha a função de Capelão Militar Protestante da área, acompanhando os trabalhos nas mais diversas OMs da 9ª Região Militar / 9ª Divisão do Exército, além de incentivar a formação de novos grupos. A ela continua vinculado durante a missão de paz.

Em entrevista exclusiva ao Militar Cristão via correio eletrônico, o Sr. Cap Cpl Xavier nos conta como poderá ser esse importante desafio em terras haitianas, área de históricos conflitos. Também nos fala de como tem sido o seu trabalho enquanto capelão do CMO, servindo esse testemunho de exemplo aos irmãos por sua dedicação e compromisso à obra.

Como sua derradeira palavra em solo brasileiro, vez que estará partindo dia 18 de junho para a missão que durará de início seis meses, o Sr. Cap Cpl também nos pede orações pelo seu trabalho. “A todo o povo de Deus que ler esta entrevista o meu pedido que orem pela Força de Paz da ONU, no Haiti, para que Deus nos abençoe e proteja, fazendo prosperar a sua boa obra entre nós.” Assim são nossos votos, companheiro!


Militar Cristão: Como surgiu a oportunidade de o senhor integrar o “Batalhão de Força de Paz”, na Missão de Paz no Haiti?
Cap Cpl Xavier: Fui contactado pelo Gabinete do Comandante do Exército, para saber se eu era voluntário para integrar a missão de paz da ONU, no Haiti, o que de pronto respondi que sim. Naquela mesma semana, telefonaram-me dizendo que eu tinha sido escolhido para ser o capelão da Brigada Haiti, a ser formada por 1200 militares do Brasil.

Que situação o senhor espera encontrar nesse país?
O Haiti está vivendo um momento de grandes dificuldades. A Força de Estabilização no Haiti, a MINUSTAH, tem por objetivo criar um ambiente favorável para que a normalidade Institucional seja restabelecida, no mais curto prazo possível, permitindo ao povo haitiano melhores condições de segurança e estabilidade social. No que diz respeito à religiosidade, nossa oração é que Deus opere sobre eles, dando-lhes uma direção segura. A nossa missão é cooperar para que a normalidade volte a fazer parte da vida dos haitianos.


“Recebi esta convocação com muito orgulho e patriotismo.”


Em que consistirá o trabalho do senhor, especificamente?
Estarei atuando como Capelão da Brigada de Força de Paz no Haiti. O trabalho do Capelão, como integrante do Estado-Maior, é promover a assistência religiosa para os militares, realizar aconselhamentos, zelar pelo bom ânimo da tropa, ministrando-lhes a Palavra de Deus, cooperando para criar um ambiente de esperança e conforto, de modo que possam atravessar os dias difíceis longe da família; orar também pelo estabelecimento da paz, pelas famílias que ficaram no Brasil, pela segurança e pelo bom cumprimento das missões. Outra função do capelão é assessorar o Comando da Brigada no que se refere ao moral da tropa, para que os militares do Brasil e da Força de Paz possam obter pleno êxito, dentro dos objetivos que estão sendo propostos.

O que representa para o serviço de Capelania Militar Protestante do Brasil essa convocação?
Recebi esta convocação com muito orgulho e patriotismo. Creio que o mesmo sentimento se faz presente no coração dos demais capelães e dos evangélicos de um modo geral. Pelo que sei, até o presente momento, nenhum outro capelão militar evangélico do Brasil foi designado para integrar uma Força de Paz da ONU.

O senhor pode precisar se haverá um bom número de militares evangélicos dentre os convocados para essa missão?
Não posso precisar porque a maioria da tropa é do sul do Brasil. Mas certamente teremos um número considerável. É bom que se esclareça, entretanto, que o meu trabalho como capelão não será direcionado somente para os evangélicos, mas, respeitadas as diferenças confessionais, para todos os militares, promovendo a união, a camaradagem e o bom relacionamento entre todos os integrantes da Força de Paz, independente do credo religioso.


(...) “tive a alegria de realizar 8 batismos de novos irmãos em Cristo nas águas do Rio Paraguai.”


De que maneira tem sido desenvolvido o trabalho de assistência religiosa protestante junto à 9ª Divisão do Exército?
O Comando Militar do Oeste e a 9ª Divisão de Exército possui apenas um capelão evangélico ...


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