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Em que cremos?


Nós cremos em Deus Pai, Criador dos Céus, do mundo e de tudo o que nele há, e, ao sexto dia, fez o homem como o principal ser de sua criação. Esse mesmo homem, entretanto, veio a pecar, ou seja, quis ser superior a Deus, senhor de si mesmo e, por consequência, se tornou inimigo do seu Criador.

Pelo fato de o homem ser inimigo de Deus, deste não pode, nem quer, se aproximar. Por isso, também, tudo o que parte do homem não possui vida, pois não está ligado a Deus, o autor da vida.

Mesmo o homem possuindo essa natureza morta espiritualmente, Deus, em sua graça e misericórdia, usando de sua soberania sobre tudo, escolheu homens e mulheres, desde antes de a criação ser estabelecida, para estarem com ele eternamente. Todos, escolhidos ou não, merecem a ira de Deus, mas a misericórdia divina fez com que os escolhidos viessem a herdar, juntamente com Cristo, a vida eterna.

Por isso também cremos em Jesus Cristo. Nele se concentra todo o plano da salvação divina. Ele é o único Filho de Deus, o Salvador, que pagou o preço da salvação por aqueles a quem Deus Pai escolheu, sendo castigado e morto em lugar dos eleitos, mas ressurgido dentre os mortos. Estes certamente serão salvos, e nada e ninguém os separará do amor de Deus, que está em Cristo.

Essa obra é completada pelo Espírito Santo, em quem, da mesma maneira, depositamos a nossa fé. Este chama o ser humano, pecador, para a salvação, através da pregação do Evangelho. A pessoa, ao ser chamada, passa a ter arrependimento dos seus pecados e a fé, sem a qual é impossível agradar a Deus. Quando a pessoa se aproxima de Deus, arrependida de seus pecados e crendo em Jesus como seu Senhor e Salvador, passa a ter uma nova vida, a ser uma nova criatura.

Tudo, portanto, passa pela graça do Deus em quem cremos, desde a escolha para a salvação, como a glorificação, a qual experimentaremos quando estivermos com Deus. Nada é atribuição nossa, seja emocional, seja do intelecto. É pura e simplesmente a graça de Deus operando em nossas vidas, nos suprindo em todas as coisas.

Esse mesmo Deus, inclusive, nos forneceu o Evangelho, a Palavra Fiel e Verdadeira, para que viéssemos a crer na mensagem divina. O testemunho das Escrituras Sagradas, a Bíblia, é verdadeiro. Nele se fala do Deus de amor, mas também do Deus justo e soberano, que reina sobre toda sua criação com inigualável poder.

Por essas razões, de igual forma, não cremos naquilo que foge da pregação do único Evangelho, que atribui a salvação a esforços humanos, como pagamento de promessas, ou boas atitudes. Também não cremos em tradições vindas de homens, que deturpam os ensinamentos contidos nas Escrituras, nem atribuímos autoridade divina a pessoas ou a anjos, nem que o homem possua algum resquício de bondade em seu coração, de modo a tornar-lhe justo, muito menos em outro mediador entre Deus e o ser humano que não seja o próprio Deus, em Jesus Cristo. Não cremos, ainda, em três divindades distintas. Cremos num Deus único, que é o mesmo em três Pessoas, iguais em glória e poder, com suas atribuições típicas na ordem do Universo.

Cremos que Jesus uniu o seu povo, os eleitos de Deus, em comunidades locais que formam uma única Igreja, chamada "universal" - mas sem denominação específica, por estar presente nas mais diversas partes do mundo. Esse mesmo Jesus manda que estejamos unidos para realizar os propósitos divinos, assim como estaremos, um dia, com Deus em seu Reino Celestial.





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